Home


 

AVISO

 

A todas/os que visitam o nosso site, pedimos que façam like na página de Facebook do Museu da Seda e do Território de Freixo de Espada à Cinta.

A Casulo Dourado - Associação da Seda de Freixo de Espada à Cinta tem a sua sede e funciona nas instalações do Museu da Seda e do Território de Freixo de Espada à Cinta, pois faz todo o sentido juntar neste espaço a parte museológica relativa aos artefactos com que sempre se trabalhou a seda, aliado à prática real desta atividade. Ou seja, pode ver em tempo real, trabalhar a seda.

Como somos uma associação, não temos capacidade para ter um website mais elaborado e mais "recheado" como seria nossa intenção; tendo que escolher uma opção mais barata e que não nos permite elencar aqui todas as potencialidades de que dispomos.

Desta forma, e resultante da parceria que se estabeleceu entre a Casulo Dourado e o Município de Freixo de Espada à Cinta, está ao dispor de todos a página de Facebook do Museu da Seda e do Território, atualizada quase diariamente, e que contempla todas as atividades que são realizadas por ambas as instituições, assim como, todos os produtos disponíveis para venda que são produzidos pela Casulo Dourado - Associação da Seda de Freixo de Espada à Cinta.

 

Agradecemos desde já a todos pela vossa compreensão e amizade.

 


 

A História da Terra

 

A história mais remota do concelho de Freixo de Espada à Cinta está “escrita” nas diferentes rochas que encontramos nesta região.

Se viajarmos no tempo e recuarmos 550 milhões de anos (Neoproterozoico – Câmbrico Inferior), esta terra estava submersa e onde estaria a ocorrer a deposição de areias, siltes e argilas, que geraram posteriormente os xistos e grauvaques dando origem aos solos onde, maioritariamente, se encontram plantadas as famosas vinhas desta região.

Há 480 milhões de anos, este território localizava-se no Hemisfério Sul, mais ou menos, onde hoje está a Nova Zelândia.

Nesta altura deu-se uma nova imersão que ficou retratada na deposição de pequenos seixos e sedimentos arenosos, que é possível encontrar hoje em dia na base do Penedo Durão.

Muitas das rochas que hoje encontramos na Ribeira do Mosteiro, no Penedo Durão, no Muro de Abatona, no Cabeço da Urra ou nos taludes da Estrada Nacional junto à casa florestal de Palão, por exemplo, formaram-se numa altura em que no nosso planeta ainda não existiam plantas terrestres e toda a vida animal estava restrita à água. Por tal razão preservam-se ainda hoje os trilhos de alguns dos animais que então habitavam esses mares.

As marcas mais frequentes, as trilobites, foram traçadas abrindo um duplo sulco nos sedimentos argilosos, posteriormente coberto por areias, que ao se transformarem em rocha dura, os preservaram até aos dias de hoje.

Com o passar do tempo, há cerca de 350 milhões de anos, começaram a colidir as diferentes massas continentais num verdadeiro “choque de titãs”, que levou à formação do supercontinente, a Pangeia.

Prova disto são as belas dobras nos quartzitos da Ribeira do Mosteiro e os granitos que afloram na parte Nordeste do Concelho. Estes últimos correspondem a massas magmáticas profundas que se instalaram e arrefeceram na raíz de uma grande cadeia montanhosa que se formou há cerca de 300 milhões de anos.

De então para cá, a erosão foi desgastando todos os materiais que formavam essas montanhas, levando esses sedimentos para o fundo de outros mares, entre os quais o Oceano Atlântico. O Rio Douro e os seus afluentes são, desde há cerca de 10 milhões de anos, responsáveis em grande parte pela erosão e pelo transporte dos sedimentos resultantes do desgaste destas rochas. Alguns ficaram depositados nas margens antigas do rio, conforme testemunham os terraços fluviais junto a Barca D´Alva, com cerca de 2 – 3 milhões de anos de idade, assumindo-se como uma das rochas mais jovens desta região.

As rochas e as paisagens atuais do concelho de Freixo de Espada à Cinta são o resultado de um longo processo de erosão, que teve o seu início há cerca de 250 milhões de anos e que foi responsável pelo desgaste quase completo de uma enorme cadeia montanhosa, a Cadeia Hercínica ou Varisca. Esta é a razão pela qual não encontramos no nosso concelho rochas metassedimentares com idades inferiores a 470 milhões de anos.

 


 

Freixo de Espada à Cinta | Território

 

Freixo de Espada à Cinta deslumbra todos os que por aqui passam. Os prados, as vinhas, os olivais e os laranjais ao produzirem todo o tipo de cores e aromas conferem uma peculiaridade deslumbrante, que culmina com o espetáculos das amendoeiras em flor.

A beleza panorâmica e ciclópica proporcionada pelo imponente rochedo do Penedo Durão (727m), a cenografia do espetáculo natural no Candedo, ou as paisagens deslumbrantes que se desfrutam das Arribas do Douro em Lagoaça, em Mazouco ou em Ligares, concorrem também para tornar este concelho num entusiasmante local de vida e paisagem magnífica.

Os olhos ficarão extasiados com a paisagem proporcionada pelos enormes fraguedos de Lagoaça (a Assomada) e a única floresta de Lodão da Europa, ou ainda, com os ninhos de Cegonha Negra, alcandorados nos nichos das rochas.

Nestas paisagens do Douro selvagem, onde o rio se converte num grande lago de águas tranquilas, passando pouco a pouco, à medida que vamos subindo o rio, a declives muito apertados de granito, talhados de mil e uma formas, cuja vegetação faz inveja ao melhor jardim botânico: vão surgindo cedros, zambulhos, sobreiros, cornalheiras, carrascos e carvalhos, bem como a açucena campesina ou “açucena dos campos”, raridade botânica e verdadeiro mimo de colorido e aroma.

Podemos ainda observar nas margens, nascidos no granito mais rijo, o pinho solitário das Arribas, criando toda esta flora variada uma paleta de cores invulgar.

Vemo-nos, assim, num lugar invulgar e único, ao qual podemos recorrer sempre que procuramos relaxar o nosso espírito, pela paz e sossego que aqui se respira.

 


 

Curiosidades ...

 

Para se conseguir 1kg de seda são necessários cerca de 5kg de casulos;

 

E que, o mais antigo fio dentário data de 1850 e era feito com fio de seda;

 

Os orientais adoram o bicho-da-seda, tanto para a produção de tecidos, como para iguaria gastronómica;

 

Em 35 dias, as lagartas tornam-se 800 vezes mais pesadas e 23 vezes mais compridas;

 

A lagarta do bicho-da-seda consegue manter-se várias horas sem se mover, mas não consegue passar um dia sem comer folhas de amoreira;

 

Pode conhecer estas e muitas outras curiosidades no Museu da Seda e do Território de Freixo de Espada à Cinta. Venha visitar-nos!

 


 

A Seda em Freixo de Espada à Cinta | Um produto de luxo

 

A vila de Freixo de Espada à Cinta foi uma das grandes beneficiárias do desenvolvimento da cultura da seda introduzida em Trás-os-Montes durante o Período Pombalino.

A manufatura da seda na região transmontana cresceu essencialmente com a chegada da família Arnaud, de Itália, entre 1786-1788. Depois de se terem instalado em Chacim, construíram uma fábrica e uma escola de fiação que, através do Método Piemôntes, forneceram seda a todas as unidades fabris da região.

Em Freixo de Espada à Cinta, nos anos 1790-1791 ainda se verificava uma certa resistência  em adotar os novos modelos italianos, dada a permanência de tradições provenientes do século XVI.

As fábricas existentes na vila alimentavam, sobretudo, a exportação para Espanha e, em 1791, contavam-se já 4 fábricas com 38 teares. Em 1794, conseguiu-se quadruplicar estes números direcionando as  exportações essencialmente para o Brasil.

A vila foi ainda determinante no cultivo das amoreiras, nomeadamente as pretas, permitindo a recolha de uma quantidade significativa de casulos que alimentavam as fábricas da região. Contudo, a produção de amoreiras era ainda insuficiente havendo necessidade de importar seda de Itália.

A fundação da Real Companhia das Sedas, em 1802, permitiu a prosperidade desta indústria alcançando a vila de Freixo de Espada à Cinta o melhor registo de produção de sempre em 1804.

As invasões francesas ditaram o princípio do fim, com a retirada dos fundos da Real Companhia das Sedas para Inglaterra.

 


 

Produtos de seda de Freixo de Espada à Cinta no Palácio de Belém

 

A agenda oferecida ao Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, no âmbito das comemorações do Dia da Árvore, foi produzida à mão pelas artesãs da Casulo Dourado - Associação da Seda, sediada nas instalações do Museu da Seda e do Território de Freixo de Espada à Cinta.

A capa que envolve a agenda foi produzida com seda 100% natural, extraída de forma artesanal e trabalhada segundo os métodos ancestrais. Nesta capa foi também bordado manualmente um Freixo, símbolo da nossa terra.

 

 


 

Processo de metamorfose do bicho-da-seda em quatro fases

 

Fase 1: Ovos

A borboleta fêmea deposita entre 300 a 600 ovos garantindo assim a continuidade da espécie. Os ovos permanecem aparentemente inativos durante vários meses até que na primavera as larvas eclodem.

Fase 2: Larva ou lagarta

Com cerca de 2,5mm as larvas alimentam-se sobretudo de folhas de amoreira, crescendo durante cerca de 6 semanas. Durante este período mudam várias vezes de pele e crescem dos 3 milímetros até aos 8 centímetros, atingindo a fase adulta. No final começam a tecer o casulo, demorando entre três a quatro dias a cumprir essa tarefa.

Fase 3: Casulo

A larva começa a segregar o fio de seda envolvendo-se por completo e formando um casulo. Ali dentro ocorre a metamorfose da lagarta em mariposa durante duas ou três semanas. O casulo é formado por um único microfilamento que pode atingir os 300 a 900 metros.

Fase 4: Mariposa

Quando completa a transformação a borboleta rompe o casulo e sai. Durante os seus 8 a 10 dias de vida a mariposa põe entre 300 a 600 ovos e ... morre!

 

Processo cíclico da metamorfose

 

 Larva ou lagarta

 

Casulo

 

Mariposa

 


 

"A Reserva das Coisas no seu Estado Latente” – é este o título da mais recente exposição da artista plástica Fernanda Fragateiro.

Entre outras peças de indescritível beleza e significado, foge-nos rapidamente o olhar para a recriação da peça “Christmas and Newyear´s Card” da artista têxtil Otti Berger. Esta peça foi produzida com seda 100% natural oferecida pelo Museu da Seda e do Território, numa das recentes visitas que a artista plástica fez ao nosso espaço.

Como tal, é com enorme orgulho que agradecemos a Fernanda Fragateiro a divulgação a nível nacional da seda produzida em Freixo de Espada à Cinta. Por isso, motivos não faltam para visitar esta maravilhosa exposição, com curadoria de Adam Budak, que inaugurou no passado dia 21 de janeiro e estará patente até 23 de abril, no Fórum Eugénio de Almeida, em Évora.

 

Publicação retirada do Facebook de Fernanda Fragateiro

Fotografia da peça "Christmas and Newyears´s Card" produzida com seda 100% natural

 


 

Ana de Sousa - a pintora que se inspira nos sacrifícios e no suor do trabalho, nas histórias e nas tradições das tecedeiras de Freixo de Espada à Cinta

 

“A pintura de Ana de Sousa é um verdadeiro hino de homenagem ao trabalho minucioso e criativo das Avós Tecedeiras e de tantas outras Mulheres do mesmo ofício, feito de beleza, ternura e saudade” – é desta forma que Maria Teresa Dias Furtado, autora do livro “Neste Sopro que me Tece”, que nasceu fruto do diálogo artístico entre a pintura de Ana de Sousa e a sua poesia, descreve a pintora e a exposição “Sacrifício e Seda”, que esteve patente no Museu da Seda e do Território, entre 20 de agosto e 25 de setembro.

Licenciada em Filologia Românica pela Faculdade de Letras de Lisboa, Ana de Sousa cedo despertou o seu lado artístico, ou não tivesse já enquanto tirava a sua licenciatura, escolhido como cadeira de Seminário, a disciplina de “Literatura e Artes Plásticas”. Na altura, “não porque pensasse que viria a ser pintora mas pela atração que tinha por essas duas formas de Arte”, revela-nos Ana de Sousa, e continua a explicação para esta escolha: “Os mais pais deram-me, a mim e aos meus irmãos, um enorme gosto pela Arte em geral. Lia-se muito lá em casa e em voz alta! A minha mãe ensinou-nos a recitar. No liceu, fazíamos teatro…”.

Quando decidiu enveredar pela pintura, Ana de Sousa frequentou um curso na Arte Ilimitada, em Lisboa, onde aprendeu com vários pintores, em atelier. Depois, fez um Curso de Ilustração em Nova Iorque e refere que “continuo a trabalhar todos os dias. Tenho uma paixão enorme pelo trabalho plástico!”.

É com saudade e nostalgia que recorda a infância passada em Freixo de Espada à Cinta. “Aos quatro anos, telefonava à minha avozinha Aurora e pedia-lhe para ir a Freixo. Ela dava-me as coordenadas e lá ia entregue ao revisor até Figueira, onde me esperava o Primo Fogueiras que tinha ido à feira e me levava para Freixo. Outras vezes ia com o Primo Manuelzinho Pintado, grande amigo nosso. Em Freixo fui muito mimada. Andava da Rua Nova para o Muradal, ou seja, de cada de uma avó para casa de outra”.

Irrequieta e vivaça, como as crianças são, Ana de Sousa diz que era o “ai Jesus” das suas avós e tias. “Brincava muito com a minha prima Regina e as amigas dela. Brincava com os meus primos e como era a única menina, tinha as mordomias todas…Andar a cavalo guiada pelo Sr. Júlio, ir ao Vale das Vinhas com o meu avô Augusto comer as frutas das árvores! Fazíamos piqueniques na Congida, para onde íamos de burro…Ouvia estórias de terror à noite, sentada no escano… O meu avozinho Guerra pedia-me que lhe lesse o jornal. Lia tudo com seis anos. Ele explicava-me muita coisa: Geografia, História, como se liam certas palavras escritas em Inglês…falava-me do Oriente, Macau, Hong Kong…Foi se calhar por isso que fui para essas bandas, cem anos depois dele!

Ana termina esta lembrança de tempos passados, caraterizando Freixo como “a terra onde sempre houve uns espaços mágicos que me pertencem, até hoje!

Sacrifício e Seda” foi a primeira exposição desenvolvida pela pintora, dedicada à temática da seda. Entre os motivos que levaram Ana de Sousa a produzir uma exposição afeta a esta “arte”, contribuíram fatores como “o desde há muito tempo querer homenagear o trabalho e a pessoa que foi a minha avó Olímpia (Maria Olímpia Monteiro Lopes); o facto de em Freixo, em 2015, ter sido inaugurado o Museu da Seda e do Território, o que me avivou esse mesmo desejo; o termos vendido a cada dela pouco depois da abertura do Museu; e ter a Câmara de Freixo acrescentado ao seu brasão, o símbolo do ciclo do bicho-da-seda e da sua manufactura.”

A pintora crê que “esta temática vive em mim desde sempre e descobri isso só no ano passado” e confidencia que, de tudo o que fez até hoje, a seda é “a temática mais minha de todas!

Por este motivo, demorou apenas nove meses a desenvolver esta ideia. Foi, nas suas palavras, “um parto muito ginasticado”, que deu origem a 26 quadros, 2 livros de sketches, 1 livro para a neta, 3 livros/esculturas em modo de Anselm Kiefer e “muitos desenhos que ficaram na gaveta”.

Ana não tem dúvidas que a Avó Olímpia e a Bisavó Augusta ficaram muito satisfeitas com esta homenagem. Diz, até, que “talvez fossem as observadoras e as críticas mais exigentes” e que as sentiu muito perto de si “desde que começou a mexer nos riscos e nas lançadeiras! Sobretudo a minha Avó com quem falava muito e me mostrava mais do que respondia! Era muito inteligente e vaidosa. Eu gostava disso nela” E gosto!

Para a pintora foi “uma honra enorme” expor no Museu da Seda e do Território, já que considera o espaço “lindíssimo” e tece rasgados elogios ao Diretor do Museu, Dr. Jorge Duarte, do qual tem “muito orgulho” e considera “culto, incansável trabalhador e muito humilde”. Refere também que “os comentários orais e escritos que recebi, deixaram-me muito feliz. Acho que vou reler muitas vezes o Livro de Honra…

Dos 26 quadros desenvolvidos para esta exposição, alguns deles foram oferecidos por Ana de Sousa ao Museu da Seda e do Território e passaram a fazer parte do nosso espólio. Quando confrontada com o motivo que a levou a esta dádiva, Ana é célere na resposta: “Ofereci alguns quadros ao Museu porque acho que é lá a casa deles. Outros hão-de ir lá morar!

Quanto aos restantes quadros, está previsto que irão compor uma nova exposição a ser mostrada em Lisboa pois, segundo Ana de Sousa, “as pessoas do resto do país não sabem o tesouro que Freixo tem!

Da pintura de Ana de Sousa nasceu, também, um livro de poemas da autoria da Professora Doutora Maria Teresa Dias Furtado. Um livro que, segundo a pintora, “nasceu de uma forma muito especial”. Uma relação que começou virtualmente, por meio da rede social Facebook e que depois deu bons frutos. Ana de Sousa revela que foi durante uma conversa entre ambas que surgiu a ideia de fazer uma exposição em homenagem “à minha avó habilidosa tecedeira! Falei-lhe das tapeçarias de altar, dos cortinados, das coisas maravilhosas que teceu. Pus-me a falar dela e de Freixo, da nossa vila manuelina, do nosso clima mediterrânico, das nossas oliveiras, das nossas amendoeiras, das nossas figueiras, do nosso vinho fino…da nossa doçaria, do nosso modo de ser franco e orgulhoso…” Ana revela-nos, até, qua achou que Maria Teresa “ficou logo freixinista”. A relação continuou através de troca de fotografias dos quadros que Ana ia produzindo e Maria Teresa “começou a poetar e ainda não acabou. Acho que a segunda exposição vai ter um segundo e/ou terceiro livro…” já que, sem sombras de dúvidas, “sopram para estes lados ideias que nunca mais acabam!

 

 


 

Cara (o) amiga (o),

 

é com muito prazer, orgulho e sentido de dever cumprido que apresentamos um dos mais recentes projectos desenvolvidos pela Casulo Dourado - Associação da Seda de Freixo de Espada à Cinta.

A Casulo Dourado desenvolve o seu trabalho de defesa e promoção da actividade ancestral de produção de seda e apresenta-se com o objectivo de continuar ao longo do tempo a preservar um ícone tão identitário e único da nossa terra como este.

Agradecemos, desde já, a todos o apoio que tem sido dado na prossecução deste objectivo. Pedimos, também, a vossa compreensão e ajuda para crescer. Assim como um bebé que está dar os primeiros passos, também nós precisamos de vós. Por isso, façam deste o vosso espaço também. Visitem-nos e fiquem a conhecer-nos melhor. Vejam o nosso trabalho e difundam o nosso nome pelos vossos amigos e conhecidos.

Não foi por acaso que escolhemos apresentar este novo projecto nesta data. A escassos dias do Natal e de um Novo Ano, assumimos com todos vós o comprossimo de continuar a lutar afincadamente pela manutenção das nossas tradições, da nossa história, do património que está na nossa essência. Vimos, assim dizer, que estamos aqui para honrar o sacrifício e suor que ao longo de décadas foi feito pelos nossos antepassados, que nos permite hoje ter boas condições de vida e continuar a trabalhar para deixar às gerações vindouras, um mundo melhor.

É verdade que não fazemos milagres. Somos humanos. Mas é da força de cada um de nós que extraímos as competências e a capacidade de fazer bem e cada vez melhor.

Por isso, desejamos a todos vós, familiares e amigos, um Santo Natal e um bom ano de 2017, repleto de alegria, saúde e felicidade. Que nada nos falte e que possamos compartilhar o pouco que cada um possa ter com aqueles de quem mais gostamos.